Reter talentos: o desafio

Treinador comportamental dá dicas de como manter o quadro de bons profissionais


O turnover de funcionários é um dos maiores problemas das empresas atualmente. Uma nova pesquisa do site norte-americano Carrer Builder mostra que 31% dos profissionais hoje empregados pretendem mudar de emprego neste ou no próximo ano. As empresas, no entanto, podem mudar esse quadro. Tudo depende do que elas têm para oferecer.

A perda de mão de obra sempre é prejudicial a uma organização, em especial quando se perde bons colaboradores, qualificados e treinados. “Outro problema é que os empresários terão que arcar com gastos da rescisão do antigo profissional, despesas de seleção, de recrutamento e, além disso, também terão que treinar, dar um período de adaptação, o que é bastante arriscado, já que o período de desligamento de um pode deixar sequelas na chegada de outro, entre outras variáveis. Assim, o ideal é que o turnover de uma empresa esteja em um índice apenas necessário para que haja renovação saudável do corpo profissional”, explica Dr. Jô Furlan, primeiro treinador comportamental no Brasil.

Para evitar a perda de bons funcionários é necessário estar atento a alguns fatores, como alerta Dr. Furlan. “Primeiro é necessário definir quem são os colaboradores que fazem a engrenagem girar bem e no ritmo correto da empresa. Assim, pode definir quem deve ser o foco da valorização da

Dicas para não perder bons funcionários:

Aumento de salário
Para manter um bom funcionário trabalhando e incentivado, um aumento de salário nunca é uma má proposta. A pesquisa do Career Builder aponta que 66% das pessoas que desejam abandonar suas empresas indicam um melhor salário como argumento principal.

Melhores benefícios
Qual é o profissional que não gosta de uma boa regalia? O estudo aponta que 49% das pessoas que não desejam abandonar seus trabalhos estão satisfeitas com os benefícios oferecidos.

Carga horária flexível
O funcionário que consegue adaptar sua carga horária aos seus compromissos pessoais é mais feliz em seu emprego e geralmente rende mais.

Reconhecimento profissional
Os profissionais gostam de ser reconhecidos por um bom trabalho. Cerca de 39% dos entrevistados que desejam sair afirmam que o principal motivo é se sentir sem reconhecimento.

Promover um feedback
Muitos profissionais desanimam ao trabalhar em empresas nas quais não são ouvidos. Funcionários também têm seus anseios, e um feedback com melhorias que muitas vezes nem são de uma grande exigência podem ajudar.

Mais treinamento e oportunidade de aprendizado
Apesar de estar demonstrando talento e importância para a empresa, um bom profissional não gosta de ficar estagnado. Ele quer aprender mais e treinar mais para subir na carreira.

Contratar mais funcionários
É importante chamar mais profissionais para a empresa quando algum bom funcionário está sobrecarregado de trabalho.

Mais treinamento e oportunidade de aprendizado
Apesar de estar demonstrando talento e importância para a empresa, um bom profissional não gosta de ficar estagnado. Ele quer aprender mais e treinar mais para subir na carreira.

Contratar mais funcionários
É importante chamar mais profissionais para a empresa quando algum bom funcionário está sobrecarregado de trabalho.

Tabela seguro desemprego - 2014

O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou nesta segunda-feira (13) a tabela do seguro-desemprego que vigora a partir de 11 de janeiro, tendo como base o novo salário mínimo no valor de R$ 724,00.

O reajuste segue as recomendações da Resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) Nº 707, publicada no D.O.U 10 de janeiro de 2013. De acordo com a referida Resolução, a partir de 2013 os reajustes das faixas salariais acima do salário mínimo observará a variação do índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, calculado e divulgado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia  e Estatística – IBGE, acumulada nos doze meses anteriores ao mês de reajuste. Com isso, o valor máximo da parcela do benefício alcança R$ 1.304,63.

Estima-se que 8,6 milhões de trabalhadores tenham acesso ao benefício este ano, um dispêndio em torno de R$ 33 bilhões.

TABELA PARA CÁLCULO DO BENEFÍCIO SEGURO-DESEMPREGO
JANEIRO/2014

Calcula-se o valor do Salário Médio dos últimos três meses anteriores a dispensa e aplica-se a fórmula abaixo:

Salário Mínimo:       R$ 724,00

 Obs: O valor do benefício não poderá ser inferior ao valor do Salário Mínimo.
Esta tabela entrou em vigor a partir do dia 11/01/2014.

Assessoria de Imprensa/MTE

Boa comunicação é caminho para o sucesso

Para especialistas, competência é essencial na visão de empresas e gestores.
Uma boa comunicação é fundamental para quem quer se destacar no ambiente de trabalho, e essa situação não é de hoje. Para a especialista da área de Recursos Humanos, Viviane Gonzalez, o mercado está cada vez mais dinâmico e competitivo, portanto, o colaborador que sabe como se comunicar não só se destaca, mas também é muito valioso para a empresa.

Mais do que um pré-requisito básico, essa característica tornou-se uma competência fundamental, por isso, segundo Viviane, a maioria dos problemas dentro das empresas acontecem em decorrência de falhas na comunicação. “Eles afetam todo tipo de ambiente onde há convivência entre pessoas. Não dá mais para ser por um lado extremamente técnico e, por outro, tão humano assim. Atualmente, os tipos de negócios e relacionamentos do ambiente corporativo exigem um profissional que agregue essas duas habilidades, mas que, via-de-regra, saiba como falar e se fazer entender”, avalia.


Para o professor e especialista em comunicação e oratória da IBE-FGV, Leandro Garcia, saber se comunicar não é apenas um dom nato, e é uma qualidade que pode ser aprimorada com treinamento e qualificação. “É comum encontrar alguém que era tímido e hoje se dá muito bem em apresentações e até lidera equipes. Esses profissionais estão se destacando no mercado porque reconheceram a necessidade e desenvolveram a competência”, explica.


Exatamente por isso, as empresas estão investindo cada vez mais em cursos de preparação, técnicas de apresentação, oratória e até mesmo teatro para que os profissionais possam desenvolver essa habilidade. Garcia destaca que o “saber comunicar-se” no ambiente corporativo está ligado ao saber passar a informação de maneira clara e sem prolixidade.


Além disso, o especialista dá algumas dicas fundamentais para quem quer realmente tornar-se comunicativo:


Perca a timidez;

Treine incessantemente;
Grave suas apresentações discursos em uma câmera e faça análises do vídeo;
Tenha amplo domínio do assunto;
Crie uma linha de raciocínio com início, meio e fim;
Tenha em mente o que você quer com a apresentação e deixe isso claro para a pessoa;
Não seja prolixo, mas objetivo;
Não tome muito tempo.

Fonte: Revista Profissional & Negócios

Pode-se ser demitido por comercializar produtos dentro da empresa?

De acordo com a advogada Cristina Bonilha, por previsão legal expressa o empregado não pode vender produtos durante a jornada de trabalho, pois a prática é motivo para demissão e até caracterização de justa causa. 

“Quando a empresa admite um empregado, está contratando sua força de trabalho em troca do salário. Desta forma, espera-se que o empregado trabalhe com dedicação e esmero e não se dedique a atividades alheias que possam prejudicar o serviço.”

No entanto, segundo a advogada, a empresa poderia adotar uma punição gradativa, ou seja, primeiro advertir e somente em caso de reincidência é que caberia a penalidade trabalhista máxima.

“A melhor solução seria advertir o funcionário de que o procedimento é contrário à lei e às normas da empresa e pedir que cesse a conduta. Com a comprovação de que se trata de uma atividade habitual, que cause prejuízos à empresa, é que a demissão por justa causa poderia ocorrer”, diz.

Empresa pode autorizar a venda
Segundo a especialista, nada impede que o empregador autorize o empregado a vender cosméticos ou outro produto no ambiente da empresa para melhorar sua renda.

“Se a empresa entender que a comercialização não prejudica o bom andamento dos trabalhos, retira-se a gravidade da conduta e, portanto, não se configura a demissão”, afirma a advogada.

Fonte: Uol
opiniaorh

Setor de RH é o de menor turnover em cargos de gestão e diretoria

A rotatividade de profissionais, em qualquer segmento, é um aspecto que precisa ser
levado em consideração pelas grandes e pequenas organizações na determinação de suas estratégias. Perder um talento é sempre prejudicial, pois se perde lucratividade, produtividade e histórico. As saídas dos profissionais de maneira desordenada interferem na motivação das equipes e em seu comprometimento e podem trazer resultados negativos em todos os níveis de uma organização.

Com base neste contexto, a Michael Page, empresa de recrutamento especializada em profissionais de média e alta gerência, preparou um estudo que aponta os setores da economia onde o turnover é maior e onde ele é menor. A pesquisa foi realizada com 421 representantes de empresas nacionais e multinacionais das áreas de Finanças, Recursos Humanos, Vendas, Tecnologia da Informação, Marketing e Jurídico.

De acordo com o material, as áreas de Operações e Vendas são os setores que representam maior turnover dentro das companhias. As empresas nacionais e multinacionais selecionaram estas áreas como as que exigem maiores esforços em substituições ao longo do ano.

A área de Finanças das empresas multinacionais vem em segundo lugar, com 20,4% das respostas. Nas companhias nacionais, a área de Tecnologia da Informação é a segunda colocada, com 22% das respostas. E as áreas de Logística e Jurídica são as de menor turnover, segundo a pesquisa. Marketing e Recursos Humanos se equilibram, com uma média de 7,3% das respostas. Em cargos de gestão e diretoria, as áreas que representam maior turnover nas companhias são as áreas de Vendas com 35,2% e de Marketing 32,4%.

Nas áreas de Vendas, Finanças e Marketing, os gerentes trazem grande destaque, com 12,53% das empresas selecionando o cargo como representativo nas substituições ao longo do ano em decorrência do turnover em suas áreas de atuação A área com maior substituição no cargo de gerência e diretoria é a de Tecnologia da Informação (12.8% e 5,10%, respectivamente).

FONTE: Conteúdo Comunicação

Feliz 2014


Aparência pode decidir contratação

A aparência pode contar pontos não apenas no momento de conseguir um emprego, mas também na hora da definição do salário. A polêmica foi resultado de uma pesquisa realizada pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O estudo mostrou que, entre os entrevistados, os considerados menos ‘atraentes’ ganhavam em média 10% a menos em comparação com os de melhor aparência.

Ao analisar esse estudo, fica difícil aceitar que ele se aplica em sua totalidade à realidade brasileira, principalmente ao afirmar que a beleza garante não só uma vaga como um salário maior. Isso se aplica, obviamente, às empresas cujo negócio é a “boa aparência” – moda, estética, publicidade, eventos.

Mas, se  não se pode afirmar que a pesquisa se aplica ao Brasil, tampouco pode-se afirmar o contrário.

A dimensão estética é um importante valor em todas as culturas. Diante do belo, das belas formas, do gracioso, jovial, suave, agradável e harmonioso cria-se uma atmosfera de boa vontade e empatia. Os recrutadores não são super homens ou super mulheres imunes às emoções que a presença do belo suscita. Mas os bem preparados são capazes de manter a objetividade e escolher um candidato avaliando  as competências, as habilidades e as atitudes necessárias ao trabalho que irá realizar.

O belo, quando é mera aparência, sem essência, muito depressa é desmascarado. Uma recepcionista atenta é de grande ajuda para o recrutador. Ela observa o comportamento do candidato a emprego enquanto ele espera ser chamado para a entrevista e poderá traçar um perfil só com as respostas a essas perguntinhas bem básicas: como se apresentou à recepção? Chegou no horário? Estava tranqüilo? Esbaforido? Foi educado e gentil? Cumprimentou outras pessoas presentes? Sentou-se e portou-se sobriamente? Apanhou uma revista para ler? Qual revista? Abriu o próprio computador? Falou ao celular discretamente? Pareceu impaciente? Transpirava? Tomava café ou água demais?

Além disso, hoje há câmeras por todo lado. Ficou fácil confrontar a percepção sobre a pessoa.

Conteúdo define a escolha
No fim das contas, as empresas contratam as pessoas afinadas com os seus valores, visão e missão. Nos processos seletivos costumam deixar claro “como são as coisas por aqui”. Ou seja, qual a cultura prevalecente. E essa cultura decorre dos valores que as pessoas compartilham, explicitados, por exemplo, em comportamentos, vestuário e postura no trabalho.

É comum que pessoas se candidatem a empregos em empresas cujas culturas ou “jeito de ser” façam sentido para elas. Algumas buscam empresas por serem “cool”, oferecerem “mimos” como liberdade e informalidade. Outras preferem empresas com estilos de negócio e gestão mais tradicionais. Num caso ou noutro, a aparência das pessoas segue o estilo da empresa e a percepção do belo pode variar.
 
Aparência, essência e sedução
Mesmo que a pesquisa aludida não se aplique à nossa realidade, empresas e candidatos a emprego se esmeram na arte da sedução. Um quer ser atraente para o outro. Quer ser a escolha do outro. Seduzir é fazer crer que se pode propiciar ao outro, melhor do que ninguém, o que ele deseja. O sedutor faz-se encantador, irresistível. Sabe o que pode encantar e oferece - seja “boa aparência”, comportamento ou atitude. Isto não precisa implicar numa deliberada, contínua e penosa “representação”. Se for pura aparência, sem essência, não há como sustentar-se por muito tempo. Ainda que amem o belo, as empresas precisam de resultados. Se for possível ter o melhor dos dois mundos (beleza e resultados), por que não?

Fonte: RH.Central
Por Angela Souza

Dicas para reter talento

De acordo com análise divulgada pela ABRH – Associação Brasileira de Recursos Humanos, a oferta de empregos – devido à carência de mão de obra qualificada, é um dos maiores fatores que tem dificultado as empresas a atrair e reter seus talentos. Para Evaldo Burcoski, diretor da Humanus, especializada em sistema para Gestão do RH, “a falta de um modelo para gestão de talentos afasta o colaborador da empresa, que sente-se cada vez mais um mero produtor e não peça fundamental para o quebra-cabeça do sucesso da companhia”.

Há 18 anos no mercado de RH, no fornecimento de sistemas para gestão da rotina do Recursos Humanos, o especialista alerta para 10 itens primordiais na hora de “manter o colaborador em casa”. Por isso lápis e papel. Veja se você está fazendo sua tarefa corretamente:

Cuide, ouça e conheça os talentos da empresa: Já sabemos que o colaborador não quer apenas salário ou benefícios, mas atualmente busca reconhecimento. Afinal, as pessoas não deixam um emprego estável porque estão insatisfeitas com o valor recebido no começo do mês, somente. 

Acompanhe de perto o desenvolvimento, as habilidades e talentos de seu colaborador. Invista em Avaliações, Treinamentos e todos os demais recursos disponíveis no mercado, para que ele “entre no jogo” e saiba que faz parte da empresa;

Reveja valores:Os tempos são difíceis. E para todos! Mas, como empresa, também é necessário lidar com outro mal que vem assombrando o dia a dia do mercado: a escassez de mão de obra. Reveja os programas de remuneração e benefícios. Implante sistemas que avaliem e pontuem a necessidade de flexibilizar tais recursos;

Forme um bom “lar”:A maior parte da população passa muito mais tempo em seu local de trabalho do que em casa. Por essa razão é necessário fazer da empresa um ambiente agradável e prazeroso. Lideranças inspiradoras, transparência, reconhecimento, proximidade e “ouvir” são peças-chave para que o colaborador sinta-se à vontade e “queira” voltar para a empresa no dia seguinte;

Invista em educação corporativa: Você conhece os talentos, habilidades, dons e sonhos de cada profissional da sua empresa? Não? Invista em treinamentos, qualifique, forme. Para exigir o diferencial, você deve oferecer o diferente!

Crie uma equipe polivalente:Nenhum de nós tem apenas uma habilidade. O Carlos da contabilidade é ótimo em oratória! A Juliana do Marketing é expert em planos para redução de custo. A soma de talentos forma equipes muito mais fortes. É o velho ditado: “várias cabeças juntas pensam muito melhor do que apenas uma”;

Gere oportunidades: Na hora de selecionar, o que importa para você? Se ele fez cursos ou teve experiências em outros países, ou se quer aprender e crescer na sua empresa, mostrando comprometimento e brilho nos olhos para vestir a camisa? Veja bem, não estou dizendo que não deva dar oportunidade a quem já teve contato com outras culturas, outros países. Mas veja o brilho nos olhos de quem está a sua frente. O que ele busca? Subir ou saltar? Entendeu a diferença?  Subir é aquele que quer construir, quer aprender dia a dia. Saltar é aquele que tem um prazo: “vou ficar dois anos aqui e depois vou para uma multinacional”. São os típicos “saltadores de carreira”. Veja quem você quer para sua empresa;

Seja flexível na contratação: Precisamos apostar mais nos talentos que estão dentro de casa, ao invés de ficar com vagas em aberto por muito tempo. Podemos ser menos exigentes em uma promoção, mas na contrapartida dar a formação necessária, melhorando competências e valorizando carreira. A mobilidade temporária é um ótimo recurso para testar e preparar talentos. Pode ser melhor e mais barata que transferências.

“Veja que lidar com talentos não é apenas analisar o Ponto Eletrônico ou custos com benefícios. É valorizar, ouvir, conhecer e acima de tudo aprender com ele”, explica Burcoski.

Para finalizar o executivo destaca. “Uma empresa é formada, antes de lucro, por talentos. Afinal, são eles que trazem os números para a companhia”.


Fonte: RH.Central
Por Evaldo Burcoski: Evaldo Burcoski é diretor da Humanus (www.humanus.net.br) , empresa especializada em sistema para Gestão do RH.

Cronograma do eSocial divulgado

A Receita Federal do Brasil disponibilizou o cronograma do Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (e-Social). O projeto do governo federal visa unificar o envio de informações pelo empregador em relação a seus empregados.

Segue:

Disponibilização do aplicativo para qualificação do cadastro dos trabalhadores existentes nas empresas – Setembro/2013 – Consulta CPF, PIS/NIT e Data de nascimento na base do sistema CNIS;

Disponibilização do manual de especificação técnica do XML e conexão webservice – outubro/2013;

Disponibilização de ambiente de testes dos eventos iniciais do empregador na internet para conexão webservice e XML (pré-produção) – novembro/2013;

Obrigatoriedade de prestar a informação via eSocial - módulo empregador doméstico – 120 dias após a publicação da regulamentação da EC 72/2013;

Implantação do eSocial com Recolhimento unificado – MEI e Pequeno Produtor Rural – final do 1º semestre de 2014;

Disponibilização de ambiente de testes para cadastramento inicial de empregados com vínculos ativos com conexão webservice e XML(pré-produção);

Implantação do eSocial por fases para o primeiro grupo de empresas – Empresas do Lucro Real: Até 30/04/2014 – Cadastramento inicial; Até 30/05/2014 – Envio dos eventos de mensais. A partir da competência 07/2014 – substituição da GFIP;

Implantação do eSocial por fases para o segundo grupo de empresas – Empresas do Lucro Presumido e Simples Nacional: Até 30/09/2014 – Cadastramento inicial; Até 30/10 – Envio dos eventos de mensais. A partir da competência 11/2014 – substituição da GFIP;

Substituição da DIRF, RAIS, CAGED e outras informações acessórias – A partir de 01/2015;

Entrada do módulo da reclamatória trabalhista – 01/2015.

Fonte: Fenacon

HomologNet passará a ser obrigatório em agências do MTE no Estado do Ceará

O Sistema HomologNet de que trata a Portaria n°1.620/2010 e a Instrução Normativa n°15/2010, permite a assistência através da Internet nas rescisões do contrato de trabalho, objetivando melhor fiscalização e segurança tanto para o empregador como para o empregado em relação à correção dos cálculos das verbas rescisórias devidas.

A implantação do Sistema HomologNet tem sido efetuada de forma gradual pelo Ministério do Trabalho. No Estado da Ceará, de acordo com a Portaria da Superintendência Regional do Trabalho nº 202/2013, a obrigatoriedade de utilização do HomologNet seguirá o seguinte cronograma:

A partir 01/12/2013:

- Nas Gerência Regional do Trabalho e Emprego em Maracanaú/CE;

A partir 15/01/2014

-Na Sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Ceará em Fortaleza;

Conforme a Portaria SRTE-CE 202/2013, publicada no Diário Oficial da União em 15.10.2013

Fonte: Legisweb

Comissão do Senado aprova projeto que transfere ao empregador custos do vale transporte do empregado


 Pelas regras atuais, o empregador arca com uma ajuda de custo equivalente ao valor que ultrapassar os 6% do salário do empregado. Por esse critério, um trabalhador que recebe salário mínimo (R$ 678) e gasta R$ 88 com transporte (22 passagens de ida e 22 de volta, a R$ 2), tem desconto de R$ 40,68 do salário e recebe do empregador R$ 47,32

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou há pouco, em caráter terminativo, texto prevendo que as despesas com transporte de empregados são do empregador, desonerando assim o trabalhador dos custos com vale-transporte.
Pelos cálculos e avaliação do autor do Projeto de Lei (PL) 242/2013, senador Fernando Collor (PTB-AL), o impacto da medida no orçamento das empresas é “desprezível”. O projeto ainda precisa ser analisado pelos deputados.
O relator da matéria, senador Paulo Paim (PT-RS) lembrou que, pela lei, o vale-transporte é uma antecipação feita pelo empregador do valor gasto com transporte pelo empregado, para que se desloque de sua residência ao local de trabalho e retorne para casa. O benefício inclui o sistema de transporte coletivo público, urbano, intermunicipal e interestadual.
Pelas regras atuais, o empregador arca com uma ajuda de custo equivalente ao valor que ultrapassar os 6% do salário do empregado. Por esse critério, um trabalhador que recebe salário mínimo (R$ 678) e gasta R$ 88 com transporte (22 passagens de ida e 22 de volta, a R$ 2), tem desconto de R$ 40,68 do salário e recebe do empregador R$ 47,32.
Convencido pelo autor da proposta, o senador Paim defendeu que a transferência dos custos totais do benefício para o empregador “fará grande diferença no orçamento dos empregados e não causará tanto impacto nos custos das empresas”.
Segundo ele, além do impacto ser pequeno, esse tipo de despesa ainda pode ser abatido da receita da empresa, “para fins de apuração de seu lucro tributável, portanto, prejuízo não haverá para a classe produtiva”, concluiu.
Qualquer trabalhador tem, por lei, direito ao vale-transporte para o deslocamento residência-trabalho-residência, mas o gasto não é contabilizado como salário, nem considerado para cálculos de outros recursos, como o do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor também não se configura como rendimento tributável.
Fonte: Uol

Estagnação profissional: 4 dicas para você evitar esse mal em sua carreira

Para alguns profissionais, uma carreira é feita de altos e baixos. Na verdade, se for planejada, ela será feita de experiências e aprendizados que serão utilizados para novas tomadas de decisões. Um bom profissional sempre leva em conta aquilo que aprendeu antes de dar um novo passo.


Durante a construção e consolidação da carreira, o profissional passa por diversas fases e a orientação com Coaching pode ajudá-lo a atingir os seus objetivos em um curto espaço de tempo.
 


Quando observamos o mercado, talvez um grande mal perceptível que atinge o trabalho dos brasileiros é a estagnação. E de fato, isso é verdade. Segundo pesquisa realizada pela empresa de consultoria em Recursos Humanos Kienbaum, 78% dos profissionais brasileiros já estão ou ficarão estagnados em algum ponto da carreira.


Portanto, veja algumas dicas poderosas e livre-se ou previna-se da estagnação profissional:
 

Planeje: o planejamento é essencial em em nossas vidas. Desde viagens com a família à conquistas de novos mercados pela empresa em que você atua. Na carreira não é diferente, é necessário definir metas tangíveis, porém ousadas, para seu sucesso. 


Gerencie seu tempo: Não há como você aumentar o dia, isso é impossível. Mas você pode fazer sua hora de trabalho ser mais produtiva. Portanto, defina quais demandas são prioridades e mantenha o foco. 


Qualifica-se: É preciso se atualizar sempre, vivemos em um mundo dinâmico onde as mudanças acontecem de uma forma bastante rápida. Portanto, é necessário que o seu conhecimento acompanhe esse dinamismo. Um profissional bem qualificado sempre estará entre as opções de promoção de uma organização. 


Autoconhecimento: É preciso se conhecer. O autoconhecimento é fundamental para você evoluir pessoal e profissionalmente. Para isso, você precisa saber quais são seus pontos positivos e de melhoria e, a partir daí, tomar medidas pontuais para sua evolução. 


As principais habilidades que você precisa para seu sucesso profissional, você já têm dentro de você. Descubra e desenvolva seu potencial infinito para conquistar resultados extraordinários. 

12 Coisas Que Você Não Deve Escrever no Seu LinkedIn

Se você é o tipo de profissional que se preocupa com todos os detalhes da carreira, manter-se atento ao que publica no LinkedIn também é essencial. Confira 12 coisas que você não deve escrever na rede social

O LinkedIn é uma ferramenta poderosa para construir sua rede de contatos profissionais. Por isso, é sempre preciso estar atento ao que se compartilha na rede social, uma vez que você estará conectado com pessoas de todos os tipos. Se você não quer cometer nenhuma gafe e manter um relacionamento profissional proveitoso com os seus amigos no LinkedIn, confira 12 coisas que você não deve escrever.

1 – Abreviações

Não atualize os seus status com palavras abreviadas, como “omg”, “lol”, “sqn”, etc. O LinkedIn é o seu perfil profissional e você deve usá-lo com esse objetivo – sem gírias ou abreviações.

2 – Temas fúteis

Ao invés de ficar escrevendo sobre a pizza deliciosa que você comeu ontem, por que não comentar sobre algum curso que você esteja fazendo? Aproveite o espaço que você tem para atualizar o perfil e utilize-o da melhor forma possível.

3 – Não registre as suas habilidades óbvias

Qualquer pessoa um pouco mais “antenada” sabe utilizar o Google e as redes sociais. Não é necessário colocar que você tem vasto conhecimento em pesquisas online e sabe o funcionamento do Facebook. É mais interessante que você coloque os seus conhecimentos em certos programas, como o Adobe Photoshop ou o Pacote Office, por exemplo.

4 – Clichês

Não fale que o seu ponto mais forte é saber trabalhar em grupo, ou que seu defeito é ser perfeccionista demais. Utilize o seu perfil para mostrar o seu verdadeiro diferencial. Ao invés de ser clichê, fale sobre os seus cases de sucesso, as soluções inovadoras que você já teve e todas as boas experiências profissionais em seus antigos empregos.

5 – Não finja o seu nome

Nunca coloque um nome no seu perfil que não seja o seu verdadeiro. Por mais que você tenha diversos ídolos na sua área, é essencial que você utilize o seu nome verdadeiro. Além do mais, usar nome falso é uma violação das regras do LinkedIn.

6 – Projetos secretos

Não compartilhe com os seus contatos quais são os projetos futuros que a sua empresa está trabalhando. Isso é antiético e você pode até perder o seu emprego.

7 – Criticar os colegas de trabalho

Por mais que você não tenha em seus círculos os colegas de serviço, é bom que você evite falar mal deles em seu perfil. Nunca coloque a culpa no seu chefe, ou diga que você trabalha com uma pessoa incompetente. Em troca, divulgue as suas conquistas e a diferença que você tem feito no seu local de trabalho.

8 – Nada

Ao mesmo tempo em que existem diversas coisas que você deve evitar escrever no LinkedIn, ficar muito tempo sem atualizá-lo ou ter informações incompletas não é bom. Você não precisa descrever todas as suas experiências, mas é importante que haja uma descrição suficiente do que você já enfrentou e quais são as suas capacidades. Caso você não tenha nada de realmente interessante para falar por causa de pouca experiência, seja honesto e diga que você está procurando por oportunidades para aprender.

9 – Curiosidades excêntricas

Não há nada de ruim em ter hábitos e gostos estranhos, mas você não deve compartilhar eles em sua rede profissional. Não se esqueça que recrutadores e diretores podem olhar o seu perfil e, dependendo do que você mostra no perfil, descartar o seu currículo.

10 – Falta de humildade

Você nunca deve se vender demais. Não fale que você é exatamente aquilo que falta em uma empresa, ou que você irá fazer toda a diferença do mundo. Seja modesto e diga que você pode ajudar a resolver problemas e propor novas ideias.

11 – Mentir a experiência

Nunca minta sobre a sua experiência profissional. É completamente errado colocar que você trabalhou em uma empresa sendo que, na verdade, você nunca nem pisou lá. Caso você tenha feito um serviço terceirizado, por exemplo, é importante que isso esteja escrito na descrição da vaga.

12 – Sincronizar as outras redes sociais com o LinkedIn

Não sincronize o seu Facebook com o LinkedIn. Você não quer que os seus contatos profissionais vejam as fotos da última balada, ou o vestido curto com os quais você foi para as festas.


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