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Aparência pode decidir contratação

A aparência pode contar pontos não apenas no momento de conseguir um emprego, mas também na hora da definição do salário. A polêmica foi resultado de uma pesquisa realizada pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O estudo mostrou que, entre os entrevistados, os considerados menos ‘atraentes’ ganhavam em média 10% a menos em comparação com os de melhor aparência.

Ao analisar esse estudo, fica difícil aceitar que ele se aplica em sua totalidade à realidade brasileira, principalmente ao afirmar que a beleza garante não só uma vaga como um salário maior. Isso se aplica, obviamente, às empresas cujo negócio é a “boa aparência” – moda, estética, publicidade, eventos.

Mas, se  não se pode afirmar que a pesquisa se aplica ao Brasil, tampouco pode-se afirmar o contrário.

A dimensão estética é um importante valor em todas as culturas. Diante do belo, das belas formas, do gracioso, jovial, suave, agradável e harmonioso cria-se uma atmosfera de boa vontade e empatia. Os recrutadores não são super homens ou super mulheres imunes às emoções que a presença do belo suscita. Mas os bem preparados são capazes de manter a objetividade e escolher um candidato avaliando  as competências, as habilidades e as atitudes necessárias ao trabalho que irá realizar.

O belo, quando é mera aparência, sem essência, muito depressa é desmascarado. Uma recepcionista atenta é de grande ajuda para o recrutador. Ela observa o comportamento do candidato a emprego enquanto ele espera ser chamado para a entrevista e poderá traçar um perfil só com as respostas a essas perguntinhas bem básicas: como se apresentou à recepção? Chegou no horário? Estava tranqüilo? Esbaforido? Foi educado e gentil? Cumprimentou outras pessoas presentes? Sentou-se e portou-se sobriamente? Apanhou uma revista para ler? Qual revista? Abriu o próprio computador? Falou ao celular discretamente? Pareceu impaciente? Transpirava? Tomava café ou água demais?

Além disso, hoje há câmeras por todo lado. Ficou fácil confrontar a percepção sobre a pessoa.

Conteúdo define a escolha
No fim das contas, as empresas contratam as pessoas afinadas com os seus valores, visão e missão. Nos processos seletivos costumam deixar claro “como são as coisas por aqui”. Ou seja, qual a cultura prevalecente. E essa cultura decorre dos valores que as pessoas compartilham, explicitados, por exemplo, em comportamentos, vestuário e postura no trabalho.

É comum que pessoas se candidatem a empregos em empresas cujas culturas ou “jeito de ser” façam sentido para elas. Algumas buscam empresas por serem “cool”, oferecerem “mimos” como liberdade e informalidade. Outras preferem empresas com estilos de negócio e gestão mais tradicionais. Num caso ou noutro, a aparência das pessoas segue o estilo da empresa e a percepção do belo pode variar.
 
Aparência, essência e sedução
Mesmo que a pesquisa aludida não se aplique à nossa realidade, empresas e candidatos a emprego se esmeram na arte da sedução. Um quer ser atraente para o outro. Quer ser a escolha do outro. Seduzir é fazer crer que se pode propiciar ao outro, melhor do que ninguém, o que ele deseja. O sedutor faz-se encantador, irresistível. Sabe o que pode encantar e oferece - seja “boa aparência”, comportamento ou atitude. Isto não precisa implicar numa deliberada, contínua e penosa “representação”. Se for pura aparência, sem essência, não há como sustentar-se por muito tempo. Ainda que amem o belo, as empresas precisam de resultados. Se for possível ter o melhor dos dois mundos (beleza e resultados), por que não?

Fonte: RH.Central
Por Angela Souza

Estagnação profissional: 4 dicas para você evitar esse mal em sua carreira

Para alguns profissionais, uma carreira é feita de altos e baixos. Na verdade, se for planejada, ela será feita de experiências e aprendizados que serão utilizados para novas tomadas de decisões. Um bom profissional sempre leva em conta aquilo que aprendeu antes de dar um novo passo.


Durante a construção e consolidação da carreira, o profissional passa por diversas fases e a orientação com Coaching pode ajudá-lo a atingir os seus objetivos em um curto espaço de tempo.
 


Quando observamos o mercado, talvez um grande mal perceptível que atinge o trabalho dos brasileiros é a estagnação. E de fato, isso é verdade. Segundo pesquisa realizada pela empresa de consultoria em Recursos Humanos Kienbaum, 78% dos profissionais brasileiros já estão ou ficarão estagnados em algum ponto da carreira.


Portanto, veja algumas dicas poderosas e livre-se ou previna-se da estagnação profissional:
 

Planeje: o planejamento é essencial em em nossas vidas. Desde viagens com a família à conquistas de novos mercados pela empresa em que você atua. Na carreira não é diferente, é necessário definir metas tangíveis, porém ousadas, para seu sucesso. 


Gerencie seu tempo: Não há como você aumentar o dia, isso é impossível. Mas você pode fazer sua hora de trabalho ser mais produtiva. Portanto, defina quais demandas são prioridades e mantenha o foco. 


Qualifica-se: É preciso se atualizar sempre, vivemos em um mundo dinâmico onde as mudanças acontecem de uma forma bastante rápida. Portanto, é necessário que o seu conhecimento acompanhe esse dinamismo. Um profissional bem qualificado sempre estará entre as opções de promoção de uma organização. 


Autoconhecimento: É preciso se conhecer. O autoconhecimento é fundamental para você evoluir pessoal e profissionalmente. Para isso, você precisa saber quais são seus pontos positivos e de melhoria e, a partir daí, tomar medidas pontuais para sua evolução. 


As principais habilidades que você precisa para seu sucesso profissional, você já têm dentro de você. Descubra e desenvolva seu potencial infinito para conquistar resultados extraordinários. 

12 Coisas Que Você Não Deve Escrever no Seu LinkedIn

Se você é o tipo de profissional que se preocupa com todos os detalhes da carreira, manter-se atento ao que publica no LinkedIn também é essencial. Confira 12 coisas que você não deve escrever na rede social

O LinkedIn é uma ferramenta poderosa para construir sua rede de contatos profissionais. Por isso, é sempre preciso estar atento ao que se compartilha na rede social, uma vez que você estará conectado com pessoas de todos os tipos. Se você não quer cometer nenhuma gafe e manter um relacionamento profissional proveitoso com os seus amigos no LinkedIn, confira 12 coisas que você não deve escrever.

1 – Abreviações

Não atualize os seus status com palavras abreviadas, como “omg”, “lol”, “sqn”, etc. O LinkedIn é o seu perfil profissional e você deve usá-lo com esse objetivo – sem gírias ou abreviações.

2 – Temas fúteis

Ao invés de ficar escrevendo sobre a pizza deliciosa que você comeu ontem, por que não comentar sobre algum curso que você esteja fazendo? Aproveite o espaço que você tem para atualizar o perfil e utilize-o da melhor forma possível.

3 – Não registre as suas habilidades óbvias

Qualquer pessoa um pouco mais “antenada” sabe utilizar o Google e as redes sociais. Não é necessário colocar que você tem vasto conhecimento em pesquisas online e sabe o funcionamento do Facebook. É mais interessante que você coloque os seus conhecimentos em certos programas, como o Adobe Photoshop ou o Pacote Office, por exemplo.

4 – Clichês

Não fale que o seu ponto mais forte é saber trabalhar em grupo, ou que seu defeito é ser perfeccionista demais. Utilize o seu perfil para mostrar o seu verdadeiro diferencial. Ao invés de ser clichê, fale sobre os seus cases de sucesso, as soluções inovadoras que você já teve e todas as boas experiências profissionais em seus antigos empregos.

5 – Não finja o seu nome

Nunca coloque um nome no seu perfil que não seja o seu verdadeiro. Por mais que você tenha diversos ídolos na sua área, é essencial que você utilize o seu nome verdadeiro. Além do mais, usar nome falso é uma violação das regras do LinkedIn.

6 – Projetos secretos

Não compartilhe com os seus contatos quais são os projetos futuros que a sua empresa está trabalhando. Isso é antiético e você pode até perder o seu emprego.

7 – Criticar os colegas de trabalho

Por mais que você não tenha em seus círculos os colegas de serviço, é bom que você evite falar mal deles em seu perfil. Nunca coloque a culpa no seu chefe, ou diga que você trabalha com uma pessoa incompetente. Em troca, divulgue as suas conquistas e a diferença que você tem feito no seu local de trabalho.

8 – Nada

Ao mesmo tempo em que existem diversas coisas que você deve evitar escrever no LinkedIn, ficar muito tempo sem atualizá-lo ou ter informações incompletas não é bom. Você não precisa descrever todas as suas experiências, mas é importante que haja uma descrição suficiente do que você já enfrentou e quais são as suas capacidades. Caso você não tenha nada de realmente interessante para falar por causa de pouca experiência, seja honesto e diga que você está procurando por oportunidades para aprender.

9 – Curiosidades excêntricas

Não há nada de ruim em ter hábitos e gostos estranhos, mas você não deve compartilhar eles em sua rede profissional. Não se esqueça que recrutadores e diretores podem olhar o seu perfil e, dependendo do que você mostra no perfil, descartar o seu currículo.

10 – Falta de humildade

Você nunca deve se vender demais. Não fale que você é exatamente aquilo que falta em uma empresa, ou que você irá fazer toda a diferença do mundo. Seja modesto e diga que você pode ajudar a resolver problemas e propor novas ideias.

11 – Mentir a experiência

Nunca minta sobre a sua experiência profissional. É completamente errado colocar que você trabalhou em uma empresa sendo que, na verdade, você nunca nem pisou lá. Caso você tenha feito um serviço terceirizado, por exemplo, é importante que isso esteja escrito na descrição da vaga.

12 – Sincronizar as outras redes sociais com o LinkedIn

Não sincronize o seu Facebook com o LinkedIn. Você não quer que os seus contatos profissionais vejam as fotos da última balada, ou o vestido curto com os quais você foi para as festas.


Fonte da imagem: Clique aqui

Planejamento Estratégico da Empresa e Pessoal – algo para refletir…

Por Elenara Baís

Costumo afirmar que pessoas e empresas são mesmo bem parecidas, sob diversos aspectos. Primeiro até porque empresas são constituídas substancialmente de pessoas! Além disto, podem-se observar diversas semelhanças: Empresas são entidades denominadas “pessoas jurídicas”, nascem, têm registro de nascimento, CNPJ, crescem e um dia morrem, ou transformam-se em algo novo, em novas perspectivas e dimensões, como tantos preferem abordar o misterioso tema do final dos ciclos e das coisas.

Assim como as pessoas, empresas também têm suas fases definidas de desenvolvimento. Não se pode esperar de uma empresa em uma fase inicial que produza ou apresente uma determinada performance que só empresas em fases bem posteriores terão, assim como não se pode esperar de uma criança de quatro anos que consiga resolver questões mais complexas que só fará após os sete anos. Diferente das pessoas, empresas podem passar décadas em uma mesma fase, no entanto, a mudança de fase também depende de circunstâncias favoráveis, assim como com as pessoas.

Empresas têm caráter. Empresas têm personalidade. Existem empresas nervosas, neuróticas, existem empresas espiritualizadas, empresas sisudas e empresas alegres, empresas “devagar quase parando” e empresas arrojadas, dinâmicas… Empresas desonestas e honestas, empresas que não são do bem e empresas do bem!

Infindáveis fatores podem ser relacionados aos porquês destas características, tanto para as empresas como para as pessoas, porém há certamente alguns que se destacam. Décadas de estudos, centenas de pesquisas e trabalhos publicados apontam no mesmo sentido: Pessoas que atribuem significados saudáveis e positivos às suas ações e à sua vida apresentam resultados altamente diferenciados em relação àquelas que por diferentes motivos não o fazem. Pessoas que fazem mais e melhor que a média, que superam seus limites, cansam menos buscam mais e produzem com mais qualidade.

Em seu clássico best-seller “Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes” o precioso administrador Stephen Covey , fundador da Covey Leadership Center e diretor da internacional consultoria FrancklinCovey Corporation observa que estas pessoas são pró-ativas, sabem onde querem chegar, conseguem distinguir o quê é mais importante, pautam suas ações em valores e princípios claramente definidos, por isso são auto-motivadas e agregam outras pessoas ao seu redor, perenizam relacionamentos saudáveis, criam sinergia e estão sempre dispostas a aprender… Sim, pessoas assim existem em todos os lugares, são inspiradoras e fazem a diferença para melhor ao seu redor!

E as empresas? Exatamente da mesma forma, estudos volumosos e atuais constatam que empresas que se destacam em seus mercados de atuação são as que se movem de maneira mais estruturada em direção a objetivos claramente definidos, atribuem significado existencial ou espiritual à sua atuação e alinham as ações de todo o seu pessoal a este propósito através da definição de valores que pautam seu comportamento na sociedade e definem sua imagem no mercado. Estamos falando de Planejamento Estratégico bastante além de quadrinhos nas paredes expondo Visão, Missão e Valores. É necessário seja real, vivo e consistente, que pulse em sintonia no coração de todas as pessoas que compõem a empresa, inspirando-as a mover-se numa mesma e definida direção.

Estas são as empresas que atualmente fazem a diferença no mundo. Agregam valores e pessoas, desenvolvem e retêm talentos, criam soluções e melhoram o mundo!

É possível imaginar algo melhor ainda neste sentido? É sim. Mais do que imaginar, pode-se observar, constatar, basta querer enxergar, exemplos existem. Diz-se que semelhantes se aproximam e é fato que vínculos sólidos se constroem sobre afinidades. Quando pessoas com planejamento estratégico pessoal definido, ou seja, pessoas que atribuem significado existencial às suas ações, pautadas por valores e princípios e que sabem onde querem chegar encontram-se com empresas semelhantes coisas realmente extraordinárias podem acontecer!

Se você ainda não está inserido e deseja trabalhar em uma empresa que se destaca e faz a diferença no mundo, comece revendo seu planejamento pessoal, o encontro certamente acontecerá. Se você é empresário e deseja pessoas que podem fazer toda a diferença para melhor, comece revendo o planejamento estratégico de sua empresa e suas práticas de gestão. Lembre que as empresas que mais crescem também são as melhores empresas para se trabalhar na opinião de seus colaboradores!

Artigo publicado na revista A Gente 
Elenara Bais é psicóloga, com formação em psicodrama e psicoterapia comportamental - Consultora de Recursos Humanos, palestrante e Diretora de Serviços do Instituto Vitória Humana

Ouvir é ouro, falar é prata


Ouvir é o primeiro passo para trabalhar com os outros e consigo mesmo.


Talvez o silêncio seja o teste mais difícil para a inteligência e a concentração corporal. A humildade passa pelo silêncio. Muitos líderes comentam que não conseguem conhecer a sua equipe e pouco tempo investem em ouvir as pessoas que lidera. A primeira vez que li o texto “escutatória”, de Rubem Alves, percebi o quanto não estamos acostumados a ouvir.

O autor começa assim: Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.

Silenciar é uma oportunidade profunda e misteriosa. O ouvido é o mais passivo dos órgãos de sentido. Podemos nos recusar a ver, fechando os olhos, como podemos nos recusar a sentir algo, a falar ou até, a provar algumas coisas. Mas não podemos deixar de ouvir o que acontece ao nosso redor. Um barulho súbito provoca uma reação involuntária. Nenhum dos nossos sentidos pode nos desequilibrar tanto quanto a audição.Para você que é líder é fundamental que aprenda a ouvir o que seus liderados têm a dizer. Muitas vezes a expressão não virá pela fala, mas através de gestos, e-mails e, principalmente, do olhar. 

Aprenda a olhar nos olhos deles e identificar suas necessidades, anseios e desejos. A incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade.

Ouvir é algo que pode ser aprendido. O correto direcionamento da atenção exige muito tempo de treinamento, experiência e dedicação. O ouvir precisa ser espreitado por meio do silêncio. Nos próximos dias, eleja 20 minutos para você apenas ouvir. Pode ser numa caminhada, no escritório ou até mesmoem casa. Quaissão os sons mais comuns do ambiente no qual você está?

E aqui vão cinco Dicadukas para aprender a ouvir:

Não fale enquanto estiver ouvindo o outro. O desejo de expressar as próprias opiniões faz com que se preste mais atenção nas suas próprias ideias do que no interlocutor;
Saiba identificar o que interessa no que você está ouvindo. É mais fácil escutar e saber priorizar se você definir qual é o seu interesse;

Mantenha seu olhar no interlocutor. É mais fácil escutar se você acompanhar a conversa com mais de um sentido. Às vezes até o contato corporal facilita a compreender o outro melhor;

Não dê atenção a assuntos que passam pela sua cabeça e que não estejam relacionados com a conversa. Quando você se divide entre o que está ouvindo e o que terá de fazer mais à tarde em casa, por exemplo, terá menos energia e foco para entender e fazer algo a partir do que foi conversado;

Quando o seu interlocutor tiver terminado de falar, faça um resumo do que você escutou. Dessa forma você poderá conferir o seu nível de compreensão sobre o tema e vai lembrar melhor do que foi dito.

Mas lembre-se: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.“ (Alberto Caeiro).

Fonte: Você S.A.

9 portais para você turbinar seu currículo com cursos on line

Veja os melhores portais de cursos on-line grátis para você turbinar seu currículo. São mais de 1.650 opções, de informática a técnicas de negociação. Se joga!





Tem cursos de comunicaçã, fotografia, empreendedorismo, postura... tudo que você precisa pra dar um up no currículo.

Você está tentando um aumento? Quer turbinar a carreira? Pretende abrir um negócio? Edney Souza, especialista em mídias digitais, elaborou uma lista de sites que oferecem cursos de graça. Tem mais de 1.650 opções. Dá para fazer aulas de informática, comunicação, fotografia, empreendedorismo, postura e imagem profissional, e muito mais. E o melhor: tudo sem sair de casa!


Finanças e comunicação

Entre os 43 cursos da conceituada Fundação Getulio Vargas estão finanças, comunicação e sustentabilidade. A instituição é a primeira a se tornar membro do OpenCourseWare Consortium, consórcio com participantes de diversos países que oferece conteúdos e materiais didáticos sem custo pela internet.


Empreendedorismo

O portal EAD Sebrae tem 47 cursos divididos em: Quero Empreender, Sou um Microempreendedor Individual, Tenho uma Microempresa e Tenho uma Empresa de Pequeno Porte. Bom para quem quer abrir um negócio ou turbinar um já existente. Envia dicas para o celular via SMS.


Computação

O site de ensino à distância da Unicamp possui nove minicursos de computação. Tem para melhorar as buscas na web, editar imagens e até para programar em html (linguagem utilizada para, por exemplo, criar um site).


De marketing a fotografia

Você digita na busca do site Learncafe o que deseja aprender e tem como resposta uma ou até mais opções de cursos. São mais de 450! De desenho e fotografia a marketing, gestão administrativa e até primeiros socorros. E todos têm certificado. Oba!


De tudo um pouco

O Grupo Iped tem 146 cursos variados, como podologia, confeitaria, automotivação, técnicas de negociação, shiatsu facial, manutenção de computadores e até aulas para aprender a degustar vinhos. Impossível não se interessar por pelo menos um!


Desenvolvimento pessoal

Entre os 856 cursos oferecidos no JurisWay, destacam-se os de temas jurídicos. Mas tem opções válidas para todas as profissões, como o curso de língua portuguesa e o de desenvolvimento pessoal, que ensina a controlar o tempo e a ser mais criativa.


Fundação Bradesco

O tema tecnologia domina os 93 cursos disponíveis no site da Fundação Bradesco, como webdesign e introdução à informática. Mas há outros bacanas para conquistar a vaga de emprego: "Entrevista: Como Encará-la" e "Postura e Imagem Profissional".


Contabilidade e tributação

Trabalha com contabilidade ou quer entender mais do assunto? O site da Receita Federal tem seis cursos disponíveis. Dois são básicos: sobre CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) e sobre o Simples Nacional, regime simplificado de tributação aplicável a pequenas e microempresas.


Gestão de negócios

O "Com Licença Vou à Luta", do portal EAD Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), dá dicas de empreendedorismo, liderança e gestão eficiente dos negócios, principalmente de mulheres produtoras rurais.


Fonte: mdemulher

O Que os Líderes Destacam Como Fatores Importantes Para o Sucesso Profissional?

Por Viviam Klanfer Nunes

Ao contrário do que muitos possam pensar, embora entender muito bem do negócio da companhia em que atua seja importante para ter sucesso na carreira, as habilidades de comunicação são os grandes diferenciais dos profissionais.

Segundo um estudo do LAB SSJ, que ouviu a opinião de 159 líderes de 32 empresas brasileiras e multinacionais, 'saber ouvir' foi o item mais citado entre os principais comportamentos que alavancam a carreira. Os líderes puderam escolher os cinco aspectos que consideram mais decisivos para uma carreira.


‘Saber ouvir’ teve 75% das citações, na sequencia ‘saber se comunicar’ teve 67% das citações, ‘assumir riscos’, 55%, ‘lidar com a diversidade’, 50%, ‘saber influenciar’, 47% e, por fim, ‘entender do negócio’ teve 43% das citações. Esses foram os aspectos mais importantes revelados pela pesquisa.

O que limita a carreira?

Por outro lado, os líderes também indicaram os comportamentos que podem de alguma forma bloquear o desenvolvimento da carreira. A falta de comprometimento liderou a lista, com 73% das citações. Na pesquisa, os profissionais também puderam citar os cinco aspectos que consideram negativos para uma carreira.

'Ter arrogância' teve 67% das citações, seguida por 'individualismo' (53%), 'pouca habilidade para se comunicar' (50%), 'ser centralizador' (43%) e 'imaturidade' (43%).

Mas as organizações também têm certa parcela de responsabilidade no desenvolvimento profissional. “O ambiente em que os colaboradores e as equipes estão inseridos é determinante para influenciar as competências que vão alavancar suas carreiras”, afirma sócio-diretor do Lab SSJ, Conrado Schlochauer.

A pesquisa

De acordo com a consultoria Lab SSJ, responsável pelo levantamento, foram observados os comportamentos mais citados em literaturas especializadas no desenvolvimento de pessoas e, a partir disso, foram elaborados dois rankings.

O primeiro continha 12 comportamentos que podem impulsionar a carreira e outro de 12 que podem bloquear o crescimento profissional. A partir daí cada líder pode escolher os 5 itens mais importantes de acordo com seu entendimento.


Fonte da imagem: iesb