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Brasil tem o maior índice de rotatividade

O Brasil é o atual campeão mundial em rotatividade de funcionários, aponta uma pesquisa global da Robert Half realizada com 1.775 diretores de RH de 13 nacionalidades, sendo 100 brasileiros. No País, o turnover de colaboradores aumentou em 82% das empresas desde 2010, mais que o dobro da média mundial, que foi de 38%.
 
Para Mário Custódio, gerente da divisão de RH da Robert Half, os números traduzem a disputa por profissionais qualificados no Brasil. “Apesar de a economia não estar tão aquecida quanto o esperado, as empresas não pararam de contratar, principalmente se nos referirmos à mão de obra especializada”, afirma.

Os principais motivos citados para essa ‘dança das cadeiras’ acelerada foram baixa remuneração e falta de reconhecimento, desmotivação e preocupação com o futuro da companhia. De acordo com a pesquisa, a maioria dos diretores de RH conhece as dificuldades da empresa em reter esses profissionais, já que 59% dos entrevistados entendem que a saída dos executivos é justificada.

Nesse cenário, será cada vez mais necessário o uso de meios que permitam identificar a aderência de profissionais com os cargos para os quais se destinam, minimizando custos para as companhias que precisam gastar tempo e dinheiro recrutando, selecionando e treinando novos talentos. Segundo Almir Cozzolino, presidente da Talent Group, empresa especializada em recrutamento e seleção e terceirização de mão de obra, uma das saídas seria o uso de testes psicológicos que avaliam o perfil motivacional.
 


Fonte: www.catho.com.br

Uso indevido da internet pode levar à demissão por justa causa

No ambiente de trabalho, as pessoas que não conseguem deixar de acessar e-mail pessoal, trocar ideias e fotos com os amigos no Facebook, ficar horas teclando em sites de bate papo isso pode levar a demissão por justa causa.

Fonte da Imagem: .Isengard Tecnologia
O uso indevido de internet pode provocar demissão por justa causa e a perda dos direitos trabalhistas, como o seguro desemprego, aviso prévio e o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS.
Na Justiça do Trabalho, o número de demissões por justa causa devido ao uso inadequado das ferramentas digitais no ambiente corporativo vem aumentando significativamente. Segundo o advogado trabalhista da IOB Folhamatic EBS, empresa do Grupo Sage, Glauco Marchezin, está é uma tendência que acompanha o índice de crescimento das ofertas no mercado de trabalho. "No Brasil, há mais gente trabalhando com carteira assinada. Muitos não têm experiência no trabalho formal, desconhecem a Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT e o próprio contrato de trabalho. Por isso, acham normal ficar horas na internet da empresa resolvendo casos pessoais".

Para evitar esse tipo de problema, em muitas empresas, o uso da internet é controlado. Além disso, grande parte das empresas possui regras de condutas que regulamentam o uso da rede. Entretanto, não são poucos os empregados que acabam negligenciando essas informações. É com base no artigo 482 da CLT que todo empregador tem o direito de demitir o empregado por justa causa, caso este venha a cometer qualquer ato de indisciplina ou insubordinação: "Vale ressaltar que a desobediência a uma ordem específica, verbal ou escrita, constitui ato típico de insubordinação, de indisciplina. Entretanto, o uso constante da internet no ambiente de trabalho para questões pessoais é um tipo de falta considerado leve. Por isso, a maioria dos empregadores não demite por justa causa num primeiro momento. Sendo assim, aplicam advertências oral e por escrito, e até mesmo suspensão. Contudo, em caso de reincidência, a justa causa pode ser perfeitamente aplicada", orienta Glauco.

Na opinião do especialista do Grupo Sage, outro fato que pode contribuir para a justa causa é a redução da produtividade do empregado. "O funcionário que utiliza a internet do computador da empresa para questões pessoais está lesando o empregador que paga seu salário para que produza para a empresa. A situação piora ainda mais nos casos de acesso a sites pornográficos. Nesse caso, o empregador pode enquadrar o empregado em incontinência de conduta, que é um desvio de comportamento ligado à sexualidade".

Fonte: RH.com.br
Autor: De León Comunicações
RB

10 frases ditas apenas por Gerentes medíocres

Muitas pessoas confundem liderança com chefia. Enquanto há pessoas que já nascem com o espírito de liderança, há outras que adquirem, com o tempo, principalmente após ingressar no mercado de trabalho, características comuns em líderes. Porém, há também aquelas que exercem cargos de gerência sem o devido preparo.
Baseado em um artigo da Forbes, escrito por Liz Ryan, exemplificamos os chavões propagados indiscriminadamente por gerentes medíocres. Caso tenha escutado alguma das seguintes frases do chefe atual, pode ser a hora de buscar um novo emprego.

Não te pago para pensar
Tendo em vista que as pessoas de fato são pagas para pensar, esse chavão soa como “não quero ouvir o que você pensa porque pessoas mais inteligentes que eu me fazem sentir inseguro”.

Parece se tratar de um problema pessoal
Típico de chefes que evitam dialogar com os colaboradores. Uma boa hora para usar esta frase é quando o gerente ligar em um final de semana recrutando voluntários para terminar um serviço que deixou pela metade.

É trabalho, não é para ser divertido
A teoria que espanta investidores. Quem vai querer aplicar capital em uma organização onde os colaboradores são obrigados a fazer o que não querem? Na verdade, o trabalho deve ter seu momento de prazer, principalmente para que o profissional mantenha-se motivado e dedicado à empresa.

Você não é meu único empregado
Basicamente esta fala representa que o gerente em questão não está apto a concluir o próprio trabalho. Soa como “não posso lidar com meu trabalho, mas não é inteligente de sua parte apontar isso até que esteja empregado em outro lugar”.

Pensarei no assunto
Talvez a frase mais arcaica da lista. Atualmente é usada apenas por administradores incompetentes que não possuem uma resposta com fundamento a respeito do assunto. Ouvir isso pode significar duas coisas: que este é o fim de sua ideia ou que seu gerente vai descobrir um jeito de roubá-la.

Não quero saber quais são suas prioridades – esta será sua nova prioridade
Um gestor que pensa assim não faz ideia de que tudo dentro de uma organização está interligado, e um trabalho deixado de lado aqui, refletirá futuramente.

Se você não quer este emprego, acharei alguém que queira
Esta sentença evidencia uma liderança baseada no medo e um comportamento agressivo-passivo de quem a propaga. Aqueles que já escutaram frases nesse modelo estão familiarizados com gerentes que ameaçam os colaboradores para mantê-los na linha.

Sempre fizemos assim
“E Deus sabe que se não está quebrado, não conserte”.

Com esta economia, sorte sua ter um emprego
A demanda de pessoas inteligentes e capacitadas só aumenta. Se você é uma pessoa responsável e qualificada não terá problemas para achar um emprego que combine com sua personalidade. A vida é muito curta para trabalhar para chefes medíocres e carrascos.

Fonte: Administradores

Sindicalistas querem aprovar neste ano proposta que reduz a jornada de trabalho

A principal pauta de reivindicações das centrais sindicais para este ano é a votação da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Em discussão na Câmara dos Deputados desde 1995, a proposta de emenda à Constituição (PEC 231/95) está há quase cinco anos em condições de ser votada em primeiro turno pelo Plenário. De lá para cá, já houve 12 requerimentos de inclusão da proposta na Ordem do Dia.

Fonte da imagem

O texto foi aprovado pela Comissão Especial da Jornada Máxima de Trabalho em julho de 2009 em clima de festa no auditório Nereu Ramos da Câmara, com a presença de representantes de todas as centrais sindicais. Além de reduzir as horas trabalhadas, a proposta também prevê a elevação da hora extra de 50% para 75% sobre o valor da hora normal.

A última redução da jornada de trabalho ocorrida no País foi na Constituição de 1988, quando as horas trabalhadas passaram de 48 para 44 horas semanais. Segundo o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), as novas tecnologias agregadas à atividade produtiva justificam a aprovação da proposta.
"Hoje, com a mesma força de trabalho, você produz 3, 4 vezes mais do que o que se produzia há 25 anos. Portanto, esse ganho de produtividade está sendo apropriado pelos empregadores, pelos empresários e isso terá que ser repartido pelo conjunto da sociedade, especialmente para os trabalhadores."

Criação de empregos

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese), a redução da jornada de trabalho pode criar até 2,5 milhões de empregos. Em março do ano passado, a presidente Dilma Rousseff chegou a se comprometer, durante reunião com sindicalistas, a analisar várias das reivindicações das centrais sindicais, entre elas a redução da jornada de trabalho.

Para virar realidade, a proposta de emenda à Constituição precisa de apoio de 2/3 dos deputados para ser aprovada na Câmara em dois turnos de votação. Em seguida, passa a análise semelhante no Senado Federal.
 

Fonte:http://www.legisweb.com.br/noticia/?id=10285

Entenda a importância de ter uma boa identidade digital


Crédito: Shutterstock.com
A identidade digital é a forma como você é reconhecido na internet. Atualmente, mais do que um bom currículo, você precisa ter características que o destaquem das demais pessoas, e são essas marcas individuais que os recrutadores procuram na web. Na hora de analisar um candidato, o recrutador, assim como qualquer pessoa que se interessa em saber mais sobre outra, poderá procurar pelo seu nome em diversos sites e redes sociais para tentar saber mais sobre você. É por esse motivo que você deve estar sempre atento àquilo que publica, como frases, fotos e etc.


Se você não sabe como é visto pelos demais internautas, experimente colocar o seu nome no Google e ver os resultados que surgem. Em seguida, acesse o seu perfil e delete todas as informações desnecessárias e comprometedoras que possivelmente surgiram.


Os sites de emprego, como o LinkedIn, são extremamente visados. Mantenha a sua conta sempre atualizada, com uma foto profissional (nada de imagens com óculos de sol ou chapéus). Caso você ainda não tenha cadastro nesse tipo de site, crie um, afinal quanto maior a quantidade de dados positivos sobre você, maiores serão as suas chances de conquistar boas vagas.


Lembre-se que uma boa identidade digital exige manutenção, portanto, fique sempre atento a sua e aproveite o que de melhor a internet pode propiciar a sua carreira!





Reter talentos: o desafio

Treinador comportamental dá dicas de como manter o quadro de bons profissionais


O turnover de funcionários é um dos maiores problemas das empresas atualmente. Uma nova pesquisa do site norte-americano Carrer Builder mostra que 31% dos profissionais hoje empregados pretendem mudar de emprego neste ou no próximo ano. As empresas, no entanto, podem mudar esse quadro. Tudo depende do que elas têm para oferecer.

A perda de mão de obra sempre é prejudicial a uma organização, em especial quando se perde bons colaboradores, qualificados e treinados. “Outro problema é que os empresários terão que arcar com gastos da rescisão do antigo profissional, despesas de seleção, de recrutamento e, além disso, também terão que treinar, dar um período de adaptação, o que é bastante arriscado, já que o período de desligamento de um pode deixar sequelas na chegada de outro, entre outras variáveis. Assim, o ideal é que o turnover de uma empresa esteja em um índice apenas necessário para que haja renovação saudável do corpo profissional”, explica Dr. Jô Furlan, primeiro treinador comportamental no Brasil.

Para evitar a perda de bons funcionários é necessário estar atento a alguns fatores, como alerta Dr. Furlan. “Primeiro é necessário definir quem são os colaboradores que fazem a engrenagem girar bem e no ritmo correto da empresa. Assim, pode definir quem deve ser o foco da valorização da

Dicas para não perder bons funcionários:

Aumento de salário
Para manter um bom funcionário trabalhando e incentivado, um aumento de salário nunca é uma má proposta. A pesquisa do Career Builder aponta que 66% das pessoas que desejam abandonar suas empresas indicam um melhor salário como argumento principal.

Melhores benefícios
Qual é o profissional que não gosta de uma boa regalia? O estudo aponta que 49% das pessoas que não desejam abandonar seus trabalhos estão satisfeitas com os benefícios oferecidos.

Carga horária flexível
O funcionário que consegue adaptar sua carga horária aos seus compromissos pessoais é mais feliz em seu emprego e geralmente rende mais.

Reconhecimento profissional
Os profissionais gostam de ser reconhecidos por um bom trabalho. Cerca de 39% dos entrevistados que desejam sair afirmam que o principal motivo é se sentir sem reconhecimento.

Promover um feedback
Muitos profissionais desanimam ao trabalhar em empresas nas quais não são ouvidos. Funcionários também têm seus anseios, e um feedback com melhorias que muitas vezes nem são de uma grande exigência podem ajudar.

Mais treinamento e oportunidade de aprendizado
Apesar de estar demonstrando talento e importância para a empresa, um bom profissional não gosta de ficar estagnado. Ele quer aprender mais e treinar mais para subir na carreira.

Contratar mais funcionários
É importante chamar mais profissionais para a empresa quando algum bom funcionário está sobrecarregado de trabalho.

Mais treinamento e oportunidade de aprendizado
Apesar de estar demonstrando talento e importância para a empresa, um bom profissional não gosta de ficar estagnado. Ele quer aprender mais e treinar mais para subir na carreira.

Contratar mais funcionários
É importante chamar mais profissionais para a empresa quando algum bom funcionário está sobrecarregado de trabalho.

Pode-se ser demitido por comercializar produtos dentro da empresa?

De acordo com a advogada Cristina Bonilha, por previsão legal expressa o empregado não pode vender produtos durante a jornada de trabalho, pois a prática é motivo para demissão e até caracterização de justa causa. 

“Quando a empresa admite um empregado, está contratando sua força de trabalho em troca do salário. Desta forma, espera-se que o empregado trabalhe com dedicação e esmero e não se dedique a atividades alheias que possam prejudicar o serviço.”

No entanto, segundo a advogada, a empresa poderia adotar uma punição gradativa, ou seja, primeiro advertir e somente em caso de reincidência é que caberia a penalidade trabalhista máxima.

“A melhor solução seria advertir o funcionário de que o procedimento é contrário à lei e às normas da empresa e pedir que cesse a conduta. Com a comprovação de que se trata de uma atividade habitual, que cause prejuízos à empresa, é que a demissão por justa causa poderia ocorrer”, diz.

Empresa pode autorizar a venda
Segundo a especialista, nada impede que o empregador autorize o empregado a vender cosméticos ou outro produto no ambiente da empresa para melhorar sua renda.

“Se a empresa entender que a comercialização não prejudica o bom andamento dos trabalhos, retira-se a gravidade da conduta e, portanto, não se configura a demissão”, afirma a advogada.

Fonte: Uol
opiniaorh

Setor de RH é o de menor turnover em cargos de gestão e diretoria

A rotatividade de profissionais, em qualquer segmento, é um aspecto que precisa ser
levado em consideração pelas grandes e pequenas organizações na determinação de suas estratégias. Perder um talento é sempre prejudicial, pois se perde lucratividade, produtividade e histórico. As saídas dos profissionais de maneira desordenada interferem na motivação das equipes e em seu comprometimento e podem trazer resultados negativos em todos os níveis de uma organização.

Com base neste contexto, a Michael Page, empresa de recrutamento especializada em profissionais de média e alta gerência, preparou um estudo que aponta os setores da economia onde o turnover é maior e onde ele é menor. A pesquisa foi realizada com 421 representantes de empresas nacionais e multinacionais das áreas de Finanças, Recursos Humanos, Vendas, Tecnologia da Informação, Marketing e Jurídico.

De acordo com o material, as áreas de Operações e Vendas são os setores que representam maior turnover dentro das companhias. As empresas nacionais e multinacionais selecionaram estas áreas como as que exigem maiores esforços em substituições ao longo do ano.

A área de Finanças das empresas multinacionais vem em segundo lugar, com 20,4% das respostas. Nas companhias nacionais, a área de Tecnologia da Informação é a segunda colocada, com 22% das respostas. E as áreas de Logística e Jurídica são as de menor turnover, segundo a pesquisa. Marketing e Recursos Humanos se equilibram, com uma média de 7,3% das respostas. Em cargos de gestão e diretoria, as áreas que representam maior turnover nas companhias são as áreas de Vendas com 35,2% e de Marketing 32,4%.

Nas áreas de Vendas, Finanças e Marketing, os gerentes trazem grande destaque, com 12,53% das empresas selecionando o cargo como representativo nas substituições ao longo do ano em decorrência do turnover em suas áreas de atuação A área com maior substituição no cargo de gerência e diretoria é a de Tecnologia da Informação (12.8% e 5,10%, respectivamente).

FONTE: Conteúdo Comunicação

Aparência pode decidir contratação

A aparência pode contar pontos não apenas no momento de conseguir um emprego, mas também na hora da definição do salário. A polêmica foi resultado de uma pesquisa realizada pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O estudo mostrou que, entre os entrevistados, os considerados menos ‘atraentes’ ganhavam em média 10% a menos em comparação com os de melhor aparência.

Ao analisar esse estudo, fica difícil aceitar que ele se aplica em sua totalidade à realidade brasileira, principalmente ao afirmar que a beleza garante não só uma vaga como um salário maior. Isso se aplica, obviamente, às empresas cujo negócio é a “boa aparência” – moda, estética, publicidade, eventos.

Mas, se  não se pode afirmar que a pesquisa se aplica ao Brasil, tampouco pode-se afirmar o contrário.

A dimensão estética é um importante valor em todas as culturas. Diante do belo, das belas formas, do gracioso, jovial, suave, agradável e harmonioso cria-se uma atmosfera de boa vontade e empatia. Os recrutadores não são super homens ou super mulheres imunes às emoções que a presença do belo suscita. Mas os bem preparados são capazes de manter a objetividade e escolher um candidato avaliando  as competências, as habilidades e as atitudes necessárias ao trabalho que irá realizar.

O belo, quando é mera aparência, sem essência, muito depressa é desmascarado. Uma recepcionista atenta é de grande ajuda para o recrutador. Ela observa o comportamento do candidato a emprego enquanto ele espera ser chamado para a entrevista e poderá traçar um perfil só com as respostas a essas perguntinhas bem básicas: como se apresentou à recepção? Chegou no horário? Estava tranqüilo? Esbaforido? Foi educado e gentil? Cumprimentou outras pessoas presentes? Sentou-se e portou-se sobriamente? Apanhou uma revista para ler? Qual revista? Abriu o próprio computador? Falou ao celular discretamente? Pareceu impaciente? Transpirava? Tomava café ou água demais?

Além disso, hoje há câmeras por todo lado. Ficou fácil confrontar a percepção sobre a pessoa.

Conteúdo define a escolha
No fim das contas, as empresas contratam as pessoas afinadas com os seus valores, visão e missão. Nos processos seletivos costumam deixar claro “como são as coisas por aqui”. Ou seja, qual a cultura prevalecente. E essa cultura decorre dos valores que as pessoas compartilham, explicitados, por exemplo, em comportamentos, vestuário e postura no trabalho.

É comum que pessoas se candidatem a empregos em empresas cujas culturas ou “jeito de ser” façam sentido para elas. Algumas buscam empresas por serem “cool”, oferecerem “mimos” como liberdade e informalidade. Outras preferem empresas com estilos de negócio e gestão mais tradicionais. Num caso ou noutro, a aparência das pessoas segue o estilo da empresa e a percepção do belo pode variar.
 
Aparência, essência e sedução
Mesmo que a pesquisa aludida não se aplique à nossa realidade, empresas e candidatos a emprego se esmeram na arte da sedução. Um quer ser atraente para o outro. Quer ser a escolha do outro. Seduzir é fazer crer que se pode propiciar ao outro, melhor do que ninguém, o que ele deseja. O sedutor faz-se encantador, irresistível. Sabe o que pode encantar e oferece - seja “boa aparência”, comportamento ou atitude. Isto não precisa implicar numa deliberada, contínua e penosa “representação”. Se for pura aparência, sem essência, não há como sustentar-se por muito tempo. Ainda que amem o belo, as empresas precisam de resultados. Se for possível ter o melhor dos dois mundos (beleza e resultados), por que não?

Fonte: RH.Central
Por Angela Souza

Dicas para reter talento

De acordo com análise divulgada pela ABRH – Associação Brasileira de Recursos Humanos, a oferta de empregos – devido à carência de mão de obra qualificada, é um dos maiores fatores que tem dificultado as empresas a atrair e reter seus talentos. Para Evaldo Burcoski, diretor da Humanus, especializada em sistema para Gestão do RH, “a falta de um modelo para gestão de talentos afasta o colaborador da empresa, que sente-se cada vez mais um mero produtor e não peça fundamental para o quebra-cabeça do sucesso da companhia”.

Há 18 anos no mercado de RH, no fornecimento de sistemas para gestão da rotina do Recursos Humanos, o especialista alerta para 10 itens primordiais na hora de “manter o colaborador em casa”. Por isso lápis e papel. Veja se você está fazendo sua tarefa corretamente:

Cuide, ouça e conheça os talentos da empresa: Já sabemos que o colaborador não quer apenas salário ou benefícios, mas atualmente busca reconhecimento. Afinal, as pessoas não deixam um emprego estável porque estão insatisfeitas com o valor recebido no começo do mês, somente. 

Acompanhe de perto o desenvolvimento, as habilidades e talentos de seu colaborador. Invista em Avaliações, Treinamentos e todos os demais recursos disponíveis no mercado, para que ele “entre no jogo” e saiba que faz parte da empresa;

Reveja valores:Os tempos são difíceis. E para todos! Mas, como empresa, também é necessário lidar com outro mal que vem assombrando o dia a dia do mercado: a escassez de mão de obra. Reveja os programas de remuneração e benefícios. Implante sistemas que avaliem e pontuem a necessidade de flexibilizar tais recursos;

Forme um bom “lar”:A maior parte da população passa muito mais tempo em seu local de trabalho do que em casa. Por essa razão é necessário fazer da empresa um ambiente agradável e prazeroso. Lideranças inspiradoras, transparência, reconhecimento, proximidade e “ouvir” são peças-chave para que o colaborador sinta-se à vontade e “queira” voltar para a empresa no dia seguinte;

Invista em educação corporativa: Você conhece os talentos, habilidades, dons e sonhos de cada profissional da sua empresa? Não? Invista em treinamentos, qualifique, forme. Para exigir o diferencial, você deve oferecer o diferente!

Crie uma equipe polivalente:Nenhum de nós tem apenas uma habilidade. O Carlos da contabilidade é ótimo em oratória! A Juliana do Marketing é expert em planos para redução de custo. A soma de talentos forma equipes muito mais fortes. É o velho ditado: “várias cabeças juntas pensam muito melhor do que apenas uma”;

Gere oportunidades: Na hora de selecionar, o que importa para você? Se ele fez cursos ou teve experiências em outros países, ou se quer aprender e crescer na sua empresa, mostrando comprometimento e brilho nos olhos para vestir a camisa? Veja bem, não estou dizendo que não deva dar oportunidade a quem já teve contato com outras culturas, outros países. Mas veja o brilho nos olhos de quem está a sua frente. O que ele busca? Subir ou saltar? Entendeu a diferença?  Subir é aquele que quer construir, quer aprender dia a dia. Saltar é aquele que tem um prazo: “vou ficar dois anos aqui e depois vou para uma multinacional”. São os típicos “saltadores de carreira”. Veja quem você quer para sua empresa;

Seja flexível na contratação: Precisamos apostar mais nos talentos que estão dentro de casa, ao invés de ficar com vagas em aberto por muito tempo. Podemos ser menos exigentes em uma promoção, mas na contrapartida dar a formação necessária, melhorando competências e valorizando carreira. A mobilidade temporária é um ótimo recurso para testar e preparar talentos. Pode ser melhor e mais barata que transferências.

“Veja que lidar com talentos não é apenas analisar o Ponto Eletrônico ou custos com benefícios. É valorizar, ouvir, conhecer e acima de tudo aprender com ele”, explica Burcoski.

Para finalizar o executivo destaca. “Uma empresa é formada, antes de lucro, por talentos. Afinal, são eles que trazem os números para a companhia”.


Fonte: RH.Central
Por Evaldo Burcoski: Evaldo Burcoski é diretor da Humanus (www.humanus.net.br) , empresa especializada em sistema para Gestão do RH.

Estagnação profissional: 4 dicas para você evitar esse mal em sua carreira

Para alguns profissionais, uma carreira é feita de altos e baixos. Na verdade, se for planejada, ela será feita de experiências e aprendizados que serão utilizados para novas tomadas de decisões. Um bom profissional sempre leva em conta aquilo que aprendeu antes de dar um novo passo.


Durante a construção e consolidação da carreira, o profissional passa por diversas fases e a orientação com Coaching pode ajudá-lo a atingir os seus objetivos em um curto espaço de tempo.
 


Quando observamos o mercado, talvez um grande mal perceptível que atinge o trabalho dos brasileiros é a estagnação. E de fato, isso é verdade. Segundo pesquisa realizada pela empresa de consultoria em Recursos Humanos Kienbaum, 78% dos profissionais brasileiros já estão ou ficarão estagnados em algum ponto da carreira.


Portanto, veja algumas dicas poderosas e livre-se ou previna-se da estagnação profissional:
 

Planeje: o planejamento é essencial em em nossas vidas. Desde viagens com a família à conquistas de novos mercados pela empresa em que você atua. Na carreira não é diferente, é necessário definir metas tangíveis, porém ousadas, para seu sucesso. 


Gerencie seu tempo: Não há como você aumentar o dia, isso é impossível. Mas você pode fazer sua hora de trabalho ser mais produtiva. Portanto, defina quais demandas são prioridades e mantenha o foco. 


Qualifica-se: É preciso se atualizar sempre, vivemos em um mundo dinâmico onde as mudanças acontecem de uma forma bastante rápida. Portanto, é necessário que o seu conhecimento acompanhe esse dinamismo. Um profissional bem qualificado sempre estará entre as opções de promoção de uma organização. 


Autoconhecimento: É preciso se conhecer. O autoconhecimento é fundamental para você evoluir pessoal e profissionalmente. Para isso, você precisa saber quais são seus pontos positivos e de melhoria e, a partir daí, tomar medidas pontuais para sua evolução. 


As principais habilidades que você precisa para seu sucesso profissional, você já têm dentro de você. Descubra e desenvolva seu potencial infinito para conquistar resultados extraordinários.